domingo, 30 de abril de 2017

TECNOLOGIA BRASILEIRA

Tecnologia brasileira monitora a umidade do solo e evita desperdício de água

Os equipamentos são simples e funcionam sem a utilização de energia elétrica.
26 de janeiro de 2017.

Os equipamentos devem ser vendidos com valores de R$10 a R$150. | Foto: Divulgação

A Embrapa Instrumentação anunciou recentemente o desenvolvimento de dois sensores que monitoram a umidade do solo para evitar a rega desnecessária. A proposta deve facilitar o controle nas lavouras e também em jardins e hortas caseiras.
Conforme informado pelo pesquisador Adonai Gimenez Calbo, responsável pelo desenvolvimento, os equipamentos são capazes de funcionar sem a utilização de energia elétrica. As patentes já foram feitas e a Embrapa licenciou a comercialização por empresas brasileiras e norte-americanas.
De acordo com a Embrapa, o grande diferencial destes sistemas para os já existentes é que eles não sofrem com a salinidade e podem ser produzidos com materiais de baixo custo, como vidro e cerâmica. Assim, os materiais tendem a chegar ao consumidor final com preços mais acessíveis.
Sensor Diédrico
Este modelo é baseado no princípio de retenção de água por capilaridade e mede a tensão da água, ou seja, a força com que ela está sendo retirada do solo. A tecnologia será fabricada em duas versões pela empresa brasileira Tecnicer Tecnologia Cerâmica Ltda.
O sensor fixo é instalado no solo e permite a leitura de dez a 60 centímetros de profundidade. É indicado para uso no campo, em hortas e jardins. A versão portátil é destinada a leituras na superfície do solo e pode ser usada em hortas e jardins.
Calbo explica que estes equipamentos não sofrem interferência por fatores como temperatura, salinidade, densidade do solo e teor de substâncias ferromagnéticas.
Sensor IG
Este instrumento será produzido pela Acqua Vitta Floral e permitirá a rega automática. Ao identificar o solo seco, ele libera o gotejamento, a partir de um reservatório hermético, que pode ser até mesmo uma garrafa plástica.
Este modelo será disponibilizado em três versões. A primeira delas é destinada apenas ao uso doméstico, por sua capacidade reduzida. A segunda é baseada na mesma lógica, mas consegue monitorar até dez centímetros de profundidade do solo, sendo ideal para a rega de frutas, hortaliças e outros vegetais.
A terceira versão do IG é usada apenas para grandes profundidades. Ele é capaz de chegar a até 60 centímetros de profundidade, indicado apenas para uso agrícola.
Comercialização
Os produtos devem ajudar a reduzir o desperdício de água, ao mesmo tempo em que colabora para a melhora na produção, através da utilização adequada de recursos para cada finalidade específica. De acordo com o responsável pela criação, os aparelhos devem chegar ao mercado com preços acessíveis, que variam de R$ 10 a R$ 150.
Redação CicloVivo


sexta-feira, 17 de março de 2017

Prédio de 5 mil metros de altura vai ultrapassar as nuvens e será sustentável

 13 de março de 2017
Oedifício projetado pela empresa norte-americana de engenharia tecnológica Arconic, que deve ficar pronto em 2062, terá 5 mil metros de altura e será sustentável.  Batizado de EcoClean, o edifício de Dubai, em que seu protótipo está sendo fabricado, terá 5 km de altura e suas superfícies irão se auto limpar. Sua estrutura comportará um purificador de ar automático, que deve deixar a impressão de higienizado a todo instante.
Tudo isso com o uso de energia e vapor de água, que se misturam a componentes conhecidos como radicais livres, que absorvem poluentes da atmosfera – ajudando, de certa maneira, a deixar o nosso planeta mais limpo.
A empresa também pretende implementar inovações nas janelas do edifício: as primeiras imagens mostram que essas janelas deixarão o prédio praticamente transparente, com poucas brechas entre as mesmas. Sem falar que essa tecnologia motorizada poderá fazer com que, em segundos, uma janela se torne uma sacada.
O conceito para a construção de todos esses componentes do prédio deve ser feito tudo pela impressoras 3D. Este vídeo mostra um como funcionará:
Além do edifício, há conceitos também para carros voadores e aeronaves que operam a partir da dinâmica da natureza, com quase nada de consumo de energia.
Edifício futurista: estilo Jetsons
Quando o desenho “Os Jetsons” foi lançado á em 1962, imaginou-se um futuro 100 anos depois, com robôs falantes, carros voadores e, claro, prédios muito altos.
Para tanto, é oportuno que a Arconic ao projeto do edifício de 5 mil metros de altura o nome de Jetsons – e que tenha 2062 como meta para diversas novidades na área da tecnologia.

Para realizar essa mega construção, a empresa criou um material em 2011 que corresponde a uma cobertura especial do prédio.

segunda-feira, 6 de março de 2017

TECNOLOGIA

Rota ferroviária aproveita a energia do sol para fornecer energia para trens

A viagem de trem de Paris para Amsterdã pode não ser a rota ferroviária europeia mais pitoresca, mas é capaz de aproveitar o poder do sol. O primeiro túnel de trem da Europa movido a energia solar, cobre um trecho de mais de três quilômetros.
15 de junho de 2011.




A viagem de trem de Paris a Amsterdã pode não ser a rota ferroviária europeia mais pitoresca, mas é a única capaz de aproveitar o tremendo poder do sol.
Na primeira semana de junho, engenheiros na Bélgica oficialmente ligaram o primeiro túnel de trem da Europa movido a energia solar, cobrindo um trecho de mais de três quilômetros de linha férrea ligando a Cidade Luz à Amsterdan.
Criada por uma companhia belga de energia solar, os painéis solares custarão ao governo do país cerca de US$ 20,1 milhões. Eles abrangem uma área equivalente a oito campos de futebol. 
A instalação de 16 mil painéis solares vai ser usada também para fornecer 50% da energia necessária para alimentar as proximidades da Estação Central de Antuérpia, Bélgica, e para fornecer energia extra para os trens de alta velocidade e tradicionais. 
Originalmente desenvolvido para ajudar a proteger os viajantes de quedas de árvores da antiga floresta que beira os trilhos, o projeto adaptado prevê hoje a produção de até 3.3 MW/h por ano, energia suficiente para abastecer 950 famílias anualmente, enquanto diminui as emissões anuais de CO2 em cerca de 2.400 toneladas. 
Este não é o único projeto do gênero. O governo dos Estados Unidos lançou uma campanha para o "trem-bala movido a energia solar" viajando a 321 km/h entre Tucson, Phoenix e Arizona. E na Itália também existe um trem equipado com painéis solares capazes de gerar energia suficiente para o sistema de ar condicionado. 
Redação CicloVivo

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

TECNOLOGIA

Cientista britânico projeta turbina eólica equipada com placas solares

O intuito é utilizar integralmente e ao máximo o potencial da natureza para gerar energia limpa.
30 de janeiro de 2017
Esta seria a solução ideal para locais que passam por grandes períodos sem sol, mantendo bons índices de ventos. | Foto: Divulgação
A energia solar é excelente. A energia eólica também. Imagine, então, como seria ter um sistema capaz de aproveitar as duas fontes energéticas diferentes ao mesmo tempo. Este é o intuito do pesquisador britânico Dr. Joe King, da Universidade de Liverpool.
O cientista, junto com uma equipe de outros profissionais, criou uma turbina eólica equipada com placas fotovoltaicas. O intuito é utilizar integralmente e ao máximo o potencial da natureza para a produção de eletricidade limpa, independente da estação do ano.
A base para o projeto consiste na instalação de placas fotovoltaicas nas pás eólicas. Assim, ao mesmo tempo em que a turbina gira com a força dos ventos, é possível captar os raios solares diretos, tendo no mesmo sistema duas fontes diferentes de energia.
Em entrevista ao site Inhabitat, o Dr. Joe King explicou que esta seria a solução ideal para locais que passam por grandes períodos sem sol, mantendo bons índices de ventos. Mas, ele também não descarta a sua utilização em regiões com sol intenso e boa quantidade de ventos, citando como exemplo a Austrália.
A solução, no entanto, enfrenta alguns problemas, como o reflexo gerado pelas placas solares, que poderia prejudicar a aviação e até mesmo algumas aves. Mas, os pesquisadores garantem que estão trabalhando em uma tinta especial, que poderia cobrir as placas sem afetar a sua eficiência.
Redação CicloVivo


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Curitiba - conhecida mundialmente pela sustentabilidade

Pioneira e exemplar quando o assunto é sustentabilidade e meio ambiente.
Curitiba já recebeu inúmeros títulos relacionados ao assunto e é listada como “cidade verde” ao lado de modelos como Copenhagen, Oslo, Amsterdã, Madri, Estocolmo, Vancouver e Portland.
Considerada uma das dez cidades mais sustentáveis do mundo, com 64,5 m² de área verde por habitante, possui a melhor qualidade do ar do país, segundo a OMS. São 36 espaços urbanos de preservação, configurados em parques e bosques, o que explica ter sido selecionada como a segunda do ranking mundial de equilíbrio ambiental.
Entre os parques destacam-se o Barigui, que tem 1,4 milhões de m², lagos ciclovias e o Museu do Automóvel, o Jardim Botânico, que possui uma área de educação ambiental nos seus quase 180 mil m², o Parque do Iguaçu, que possui um zoológico com aproximadamente dois mil e trezentos espécies, um dos cinco mais conceituados do Brasil e o Parque Marumbi, que possui trilhas e está a 1.539 metros de altitude, localizado na maior área de preservação da Mata Atlântica, a 30 km da capital. 
A escolha para ser cidade-sede da Copa do Mundo não foi à toa, Curitiba é a quinta maior economia do Brasil, tem um polo industrial diversificado e é uma das melhores para se investir em toda a América Latina. Sendo assim, possui um forte turismo de negócios e recentemente recebeu o título de “mais esperta” do mundo pela Revista Forbes. Qualidade de vida, boa infraestrutura, diversidade econômica aliados à preocupação de ser ecologicamente sustentável foram alguns dos itens avaliados para receber essa nomeação.
Segundo o Fórum Global sobre Assentamentos Humanos, a capital do Paraná tem iniciativas voltadas à implementação de comunidades inteligentes, baixa emissão de carbono, zero resíduos, meio ambiente e planejamento urbano sustentável, transporte, infraestrutura, construções, economia e habitação verdes,  sociedade harmoniosa e cultura e patrimônio sustentáveis. Além dos prêmios e referências, Curitiba é a única cidade brasileira que integra, como convidada, a C-40 - conferência anual que reúne os prefeitos das 59 maiores cidades do mundo que debatem ações e soluções que contemplam a superação dos desafios do milênio.
Por esses e por muitos outros motivos, a cidade sedia, a partir do dia 16 de junho, os seguintes jogos: Irã x Nigéria, Honduras x Equador, Austrália x Espanha e Argélia x Rússia, na Arena da Baixada. Mais informações sobre a capital paranaense no site do Curitiba, Região e Litoral Convention & Visitors Bureau: www.curitibacvb.com.br
Modelo de Iniciativa: Condomínio da Biodiversidade (ConBio)
A missão do Programa ConBio (Condomínio da Biodiversidade) é implantar uma rede de áreas naturais, públicas e particulares em bom estado de conservação e mantidas por pessoas preocupadas com a conservação dos recursos naturais e da biodiversidade. Em Curitiba, o programa acontece desde 2000. Em 2013, começou a atuar em Campo Largo e, em março deste ano, chegou à Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, com foco na conservação de áreas que contenham rios, nascentes ou cursos d’água.
Durante o tempo de atuação, o programa visitou mais de mil propriedades particulares ensinando boas práticas de manejo e conservação, apoiando a criação de novas Unidades de Conservação (UCs), especialmente as Reservas Particulares do Patrimônio Natural Municipal (RPPNM), promovendo e difundindo a conservação da Floresta com Araucária e estabelecendo parcerias com o setor público e privado.
Outras curiosidades
·         Transporte Público premiado internacionalmente (ILEC - International Institute for Energy Conservation);
·         Eleita pela terceira vez consecutiva com o melhor ensino público do país (2008, 2009 e 2010);
·         Premiada como Capital Mundial do Design (WDC) na categoria Política de Desenvolvimento Urbano (2010);
·         5.ª grande cidade mais arborizada do Brasil (IBGE);
·         Prêmio Global Green City Award - Cidade Verde (Fórum Global sobre Assentamentos Humanos – GFHS -2012);
·         Primeira capital em saneamento básico, 100% da população recebe água tratada (Instituto Trata Brasil - Set/2011);

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Agenda 21 Brasileira



A Agenda 21 Brasileira é um processo e instrumento de planejamento participativo para o desenvolvimento sustentável e que tem como eixo central a sustentabilidade, compatibilizando a conservação ambiental, a justiça social e o crescimento econômico. O documento é resultado de uma vasta consulta à população brasileira, sendo construída a partir das diretrizes da Agenda 21 global. Trata-se, portanto, de um instrumento fundamental para a construção da democracia participativa e da cidadania ativa no País.

A primeira fase foi a construção da Agenda 21 Brasileira. Esse processo que se deu de 1996 a 2002, foi coordenado pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional (CPDS) e teve o envolvimento de cerca de 40 mil pessoas de todo o Brasil. O documento Agenda 21 Brasileira foi concluído em 2002.

A partir de 2003, a Agenda 21 Brasileira não somente entrou na fase de implementação assistida pela CPDS, como também foi elevada à condição de Programa do Plano Plurianual, (PPA 2004-2007), pelo atual governo. Como programa, ela adquire mais força política e institucional, passando a ser instrumento fundamental para a construção do Brasil Sustentável, estando coadunada com as diretrizes da política ambiental do Governo, transversalidade, desenvolvimento sustentável, fortalecimento do Sisnama e participação social e adotando referenciais importantes como a Carta da Terra.

Portanto, a Agenda 21, que tem provado ser um guia eficiente para processos de união da sociedade, compreensão dos conceitos de cidadania e de sua aplicação, é hoje um dos grandes instrumentos de formação de políticas públicas no Brasil.

Implementação da Agenda 21 brasileira (a partir de 2003)

A posse do Governo Luíz Inácio Lula da Silva coincidiu com o início da fase de implementação da Agenda 21 Brasileira. A importância da Agenda como instrumento propulsor da democracia, da participação e da ação coletiva da sociedade foi reconhecida no Programa Lula, e suas diretrizes inseridas tanto no Plano de Governo quanto em suas orientações estratégicas.

Um outro grande passo foi a utilização dos princípios e estratégias da Agenda 21 Brasileira como subsídios para a Conferência Nacional de Meio Ambiente, Conferência das Cidades e Conferência da Saúde. Esta ampla inserção da Agenda 21 remete à necessidade de se elaborar e implementar políticas públicas em cada município e em cada região brasileira.

Para isso, um dos passos fundamentais do atual governo foi transformá-la em programa no Plano Plurianual do Governo (PPA 2004/2007), o que lhe confere maior alcance, capilaridade e importância como política pública. O Programa Agenda 21 é composto por três ações estratégicas que estão sendo realizadas com a sociedade civil: implementar a Agenda 21 Brasileira; elaborar e implementar as Agendas 21 Locais e a formação continuada em Agenda 21.

A prioridade é orientar para a elaboração e implementação de Agendas 21 Locais com base nos princípios da Agenda 21 Brasileira que, em consonância com a Agenda global, reconhece a importância do nível local na concretização de políticas públicas sustentáveis. Atualmente, existem mais de 544 processos de Agenda 21 Locais em andamento no Brasil, quase três vezes o número levantado até 2002.


Em resumo, são estes os principais desafios do Programa Agenda 21:

Implementar a Agenda 21 Brasileira. Passada a etapa da elaboração, a Agenda 21 Brasileira tem agora o desafio de fazer com que todas as suas diretrizes e ações prioritárias sejam conhecidas, entendidas e transmitidas, entre outros, por meio da atuação da Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e Agenda 21 Brasileira (CPDS);implementação do Sistema da Agenda 21; mecanismos de implementação e monitoramento; integração das políticas públicas; promoção da inclusão das propostas da Agenda 21 Brasileira nos Planos das Agendas 21 Locais.

Orientar para a elaboração e implementação das Agendas 21 Locais. A Agenda 21 Local é um dos principais instrumentos para se conduzir processos de mobilização, troca de informações, geração de consensos em torno dos problemas e soluções locais e estabelecimento de prioridades para a gestão de desde um estado, município, bacia hidrográfica, unidade de conservação, até um bairro, uma escola. O processo deve ser articulado com outros projetos, programas e atividades do governo e sociedade, sendo consolidado, dentre outros, a partir do envolvimento dos agentes regionais e locais; análise, identificação e promoção de instrumentos financeiros; difusão e intercâmbio de experiências; definição de indicadores de desempenho.

Implementar a formação continuada em Agenda 21. Promover a educação para a sustentabilidade através da disseminação e intercâmbio de informações e experiências por meio de cursos, seminários, workshops e de material didático. Esta ação é fundamental para que os processos de Agendas 21 Locais ganhem um salto de qualidade, através da formulação de bases técnicas e políticas para a sua formação; trabalho conjunto com interlocutores locais; identificação das atividades, necessidades, custos, estratégias de implementação; aplicação de metodologias apropriadas, respeitando o estágio em que a Agenda 21 Local em questão está.

Agenda 21 brasileira em ação

No âmbito do Programa Agenda 21, as principais atividades realizadas em 2003 e 2004 refletem a abrangência e a capilaridade que a Agenda 21 está conquistando no Brasil. Estas atividades estão sendo desenvolvidas de forma descentralizada, buscando o fortalecimento da sociedade e do poder local e reforçando que a Agenda 21 só se realiza quando há participação das pessoas, avançando, dessa forma, na construção de uma democracia participativa no Brasil. Destacamos as seguintes atividades:

Ampliação da CPDS: Criada no âmbito da Câmara de Políticas dos Recursos Naturais, do Conselho de Governo, a nova constituição da CPDS se deu por meio de Decreto Presidencial de 03 de fevereiro de 2004. Os novos membros que incluem 15 ministérios, a Anamma e a Abema e 17 da sociedade civil tomaram posse no dia 1º. de junho de 2004. A primeira reunião da nova composição aconteceu no dia 1º de julho, e a segunda em 15 de setembro de 2004.

Realização do primeiro Encontro Nacional das Agendas 21 Locais, nos dias 07 e 08 de novembro de 2003, em Belo Horizonte, com a participação de cerca de 2.000 pessoas de todas as regiões brasileiras. O II Encontro das Agendas 21 Locais será realizado em janeiro de 2005, durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre-RS.

Programa de Formação em Agenda 21, voltado para a formação de cerca de 10 mil professores das escolas públicas do País que, através de cinco programas de TV, discutiram a importância de se implementar a Agenda 21 nos municípios, nas comunidades e na escola. Esse programa, veiculado pela TVE em outubro de 2003, envolveu, além dos professores, autoridades governamentais e não governamentais, e participantes dos Fóruns Locais da Agenda 21, da sociedade civil e de governos.

Participação na consolidação da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento Sustentável e Apoio às Agendas 21 Locais. Esta frente, composta de 107 deputados federais e 26 senadores, tem como principal objetivo articular o poder legislativo brasileiro, nos níveis federal, estadual e municipal, para permitir uma maior fluência na discussão dos temas ambientais, disseminação de informações relacionadas a eles e mecanismos de comunicação com a sociedade civil.

Elaboração e monitoramento, em conjunto com o FNMA, do Edital 02/2003 - Construção de Agendas 21 Locais, que incluiu a participação ativa no processo de capacitação de gestores municipais e de ONGs, em todos os estados brasileiros, para a confecção de projetos para o edital. Ao todo foram cerca de 920 pessoas capacitadas em 25 eventos. No final do processo, em dezembro de 2003, foram aprovados, com financiamento, 64 projetos de todas as regiões brasileiras.

Publicação da Série Cadernos de Debate Agenda 21 e Sustentabilidade com o objetivo de contribuir para a discussão sobre os caminhos do desenvolvimento sustentável no País. São seis os Cadernos publicados até o presente: Agenda 21 e a Sustentabilidade das Cidades; Agenda 21: Um Novo Modelo de Civilização; Uma Nova Agenda para a Amazônia; Mata Atlântica o Futuro é Agora; Agenda 21 e o Setor Mineral; Agenda 21, o Semi-Árido e a Luta contra a Desertificação.

Publicação de mil exemplares da segunda edição da Agenda 21 Brasileira: Ações Prioritárias e Resultado da Consulta Nacional, contendo apresentação da Ministra Marina Silva e a nova composição da CPDS.

Ainda, foram efetivadas parcerias e convênios com o Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Ministério das Cidades, Ministério da Cultura, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Ministério de Minas e Energia; Fórum Brasileiro das ONGs para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento; Confea/CREA, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e prefeituras brasileiras.

Fonte: http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/agenda-21/agenda-21-brasileira